quarta-feira, 15 de maio de 2013

Ensinar e aprender, a educação atual: um grande desafio...


...  Precisamos fazer o possível hoje para superar as condições do atraso e, 
ao mesmo tempo, criar as condições para aproveitar amanhã as possibilidades 
das novas tecnologias, tornando-se um espaço potencializado e inovando 
constantemente nas metodologias. 
Então, implementar no ensino do professor as novas tecnologias é de 
suma importância para sua vida profissional, pois dessa forma existe a 
possibilidade de colocar esse docente em condições de sujeito de seu refletir e 
de seu fazer, onde os mesmos sejam construtores e formadores de suas 
ideologias, deixando para trás tarefas isoladas e rotineiras, transformando 
assim, o processo de ensino e aprendizagem.....

Veja este trabalho: É uma reflexão real de nossas escolas, profissional, conteúdos e demais contextos...

FRAGMENTOS DE GABRIEL GARCIA MARQUEZ



1. Te quiero no por quien eres, sino...... por quien soy cuando estoy contigo.
2. Ninguna persona merece tus lágrimas, y quien se las merezca no te hara llorar.
3. Solo porque alguien no te ame como tú quieres, no significa que no te ame con todo su ser.
4. Un verdadero amigo es quien te toma de la mano y te toca el corazón.
5. La peor forma de extrañar a alguien es estar sentado a su lado y saber que nunca lo podrás tener.
6. Nunca dejes de sonreír, ni siquiera cuando estés triste, porque nunca sabes quien se puede enamorar de tu sonrisa.
7. Puedes ser solamente una persona para el mundo, pero para una persona tú eres el mundo.
8. No pases el tiempo con alguien que no esté dispuesto a pasarlo contigo.
9. Quizá Dios quiera que conozcas mucha gente equivocada antes deque conozcas a la persona adecuada, para que cuando al fin la conozcas sepas estar agradecido.
10. No llores porque ya se terminó, sonríe porque sucedió.
11. Siempre habrá gente que te lastime, así que lo que tienes quehacer es seguir confiando y solo ser más cuidadoso en quien confías dos veces.
12. Conviértete en una mejor persona y asegúrate de saber quien eres antes de conocer a alguien más y esperar que esa persona sepa quien eres.
13. No te esfuerces tanto, las mejores cosas suceden cuando menos te las esperas.

quinta-feira, 9 de maio de 2013


Fontes de auxílio e pesquisas:

Quero ser apenas eu , o melhor de cada Momento...




Se não puderes ser um pinheiro, no topo de uma colina,
Sê um arbusto no vale mas sê
O melhor arbusto à margem do regato.
Sê um ramo, se não puderes ser uma árvore.
Se não puderes ser um ramo, sê um pouco de relva
E dá alegria a algum caminho.

Se não puderes ser uma estrada,
Sê apenas uma senda,
Se não puderes ser o Sol, sê uma estrela.
Não é pelo tamanho que terás êxito ou fracasso...
Mas sê o melhor no que quer que sejas.

(Pablo Neruda)...

quarta-feira, 8 de maio de 2013

O que foi a tortura em nosso pais....


Tortura: uma estratégia para coibir os adversários do regime militar
Sandra Maria Castanho*
Resumo:  Este artigo tem a finalidade de analisar as  principais técnicas de tortura realizadas durante o período da Ditadura Militar. A tortura tornou-se um instrumento rotineiro nos interrogatórios sobre atividades de oposição ao regime, principalmente a partir do ano de 1964.
O Regime Militar foi instaurado pelo golpe de 1º de abril de 1964, como conseqüência direta de uma série de “tendências e contradições” que vinham  acontecendo nos anos imediatamente anteriores. No plano político, o regime militar foi marcado pelo autoritarismo, pela supressão dos direitos constitucionais, pela perseguição política, prisão e tortura dos opositores e pela imposição da censura prévia aos meios de comunicação. Na economia há uma rápida diversificação e modernização da indústria e serviços, sustentada por mecanismos de concentração de renda, endividamento externo e abertura ao capital estrangeiro.
A equipe do “Projeto Brasil Nunca Mais”, coordenada pelo cardeal Dom Paulo Evaristo Arns, da Arquidiocese de São Paulo, se encarregou de pesquisar todo o processo político do período ditatorial que compreende as décadas de 60 e 70, e seus aparatos repressivos, o que resultou em um livro que traz um relato histórico do que de fato acontecia nos bastidores do regime. O livro traz grandes revelações, apesar de não fazer uma análise aprofundada do tema, sendo contudo, de grande relevância para a aquisição de conhecimentos dos mais leigos no assunto.
São apontadas, no livro, entre outras coisas, as formas de tortura que eram utilizadas pelos carrascos da ditadura, um conjunto de práticas que quando não matava, deixava danos irreparáveis à psique humana, pois as lembranças do sofrimento jamais foram apagadas da memória de quem o viveu.
As seqüelas deixadas pela tortura eram de tamanha dimensão que muitos presos desejaram-se levar pela morte para se livrar delas. Um caso que pode exemplificar bem a situação foi o do Frei Tito de Alencar Lima, que mesmo após escapar da morte numa tentativa de suicídio na prisão em 1970, enforcou-se anos depois, já no exílio, por não suportar as lembranças das brutalidades sofridas enquanto torturado.
Dom Paulo Evaristo Arns (1985) analisou o  processo de tortura no Brasil, dizendo que está ocupou a condição de instrumento rotineiro nos interrogatórios sobre atividades de oposição ao regime, principalmente a partir do ano de 1964. A tortura foi um fator  transformador do cotidiano da vida nacional, porque as estruturas do Estado passavam por um processo de endurecimento e exclusão do direito de participação popular da vida nacional, através de um poderoso sistema de repressão e controle. Em seu ponto de vista “a tortura, além de desumana, é o meio mais inadequado para levar-nos a descobrir a verdade e chegar à paz”. (ARNS, 1985, p.11).
Contrários aos princípios que regem os direitos humanos (estes princípios foram definidos na Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamada e adotada pela Assembléia Geral das Nações Unidas (ONU) em dezembro de 1948.), ao respeito à integridade física e moral do homem, militares brasileiros, nas décadas de 60 e 70, se transformaram em agentes implacáveis da prática repressiva, utilizando os mais sofisticados métodos de tortura importados dos países imperialistas, especialmente dos Estados Unidos. (HUGGINS, 1998)
Pau-de-arara, choque elétrico e afogamento foram algumas das torturas utilizadas para reprimir as manifestações e arrancar informações sobre as atividades de grupos e pessoas ligadas à oposição durante a ditadura militar. As ações “subversivas” se intensificaram, como se os militantes de esquerda nada temessem. Era o ápice da coragem de uma leva de cidadãos em sua maioria jovens, politizados ou em processo de politização, que se dispunham a tudo, até à morte, em defesa dos seus ideais.
Aprofundando a temática da tortura praticada durante a Ditadura Militar é conveniente analisarmos o artigo “A lógica da suspeição: sobre os aparelhos repressivos à época da ditadura militar no Brasil” escrito por Marionilde Dias Brepohl de Magalhães (1997). Neste artigo a tortura é destacada pela  prática que  constituiu o núcleo do sistema repressivo: de uma ação arbitrária por parte de alguns interrogadores, transformando-se em um método científico, criteriosamente planejado, com a finalidade de obter informações sobre  atividades e/ou indivíduos considerados inimigos da nação.
Um eficiente mecanismo repressivo usado pelo regime militar foi a utilização de métodos que consistia na vigilância e controle cotidiano sobre a sociedade, conhecida como “comunidade de informações”. Em nome da Segurança Nacional, montou-se um complexo sistema repressivo para combater a subversão e reprimir preventivamente qualquer atividade considerada suspeita, por se afigurar como potencialmente perturbadora da ordem. (MAGALHÃES, 1997 ; ALVES, 1984).
Foi através dos aparatos repressivos das unidades de forças militares ou policiais que guardavam autonomia de ação entre si, que as ações eram ordenadas a partir de um núcleo central, o Serviço Nacional de Informações – SNI, criado em 1964. O SNI subordinava outros órgãos repressivos, como os centros de informações das três armas (CIEX, CINEMAR), a polícia federal e as polícias estaduais (como por exemplos os DOPS).  Para integrá-los criou-se o Destacamento de Operações de Informação - Centro de Operações de Defesa Interna, DOI-CODI, oficializado em 1970, que congrega representantes de todas as forças policiais. Dotados de recursos financeiros e tecnológicos, as  atividades do DOI -CODI eram planejadas e orientadas pela  lógica da disciplina militar,  com propósitos de enfrentar  agentes como uma  guerra revolucionária.
Além disso, a seleção pessoal para compor os aparatos repressivos obedecia uma rígida hierarquia, onde o topo era composto pelo Presidente da República, tendo o Conselho de Segurança Nacional e a equipe executiva para garantir sua segurança. A esses eram subordinados os órgãos de repressão em todas as regiões do país, coordenados por militares. Eram assessorados por analistas de informações, vistos como a elite do sistema. Esses por sua vez recomendavam planos de ação e freqüentavam a Escola Nacional de Informações.
Numa fase intermediária situava o interrogador, responsável pelos depoimentos. Na maioria das vezes eram executados por pessoas especializadas em empregar técnicas  cansativas  ao interrogado.
Na parte mais baixa da hierarquia seguiam os captores, que eram os policiais responsáveis pelo aprisionamento dos suspeitos. Paralelos a esses, existiam os informantes, que de acordo com sua competência ocupavam a função de analista, interrogador ou captor. Esses homens eram chamados de “fontes” e classificados em uma escala de seis níveis.
Portanto, entendemos que a tortura além de servir como técnica para obter algumas informações, servia também de instrumento para desmobilizar as oposições por meio de intimidação, atingindo além do indivíduo, que era submetido a interrogatórios, as demais pessoas de seu grupo,  que  logo ficava sabendo do acontecido.

Fonte de pesquisa:
* Acadêmica do Curso de História e do PIBIC/UEM, sob orientação do  Prof. Dr. Angelo Priori.
Bibliografia
ALVES, M. H. M. Estado e Oposição no Brasil (1964 – 1984).  2º Ed.  Petrópolis: Vozes, 1984.
ARNS, Dom Paulo Evaristo. Brasil Nunca Mais. 6a. Edição. Petrópolis: Vozes, 1985.
HUGGINS, M. K. Polícia e política: relações Estados Unidos/América Latina. Trad. de Lólio Lorenço de Oliveira. São Paulo: Cortez, 1998.
MAGALHÃES, M. D. B. A Lógica da Suspeição: sobre os aparelhos repressivos à época da Ditadura Militar no Brasil. Revista Brasileira de História. Vol. 17, No. 34. São Paulo: Anpuh/Humanistas,1997. p. 203-220.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Historia do Holocausto...

Direitos humanos

Jornada debate o ensino da história do Holocausto

A IV Jornada Interdisciplinar para o Ensino da História do Holocausto terá como tema Os direitos humanos e a Shoah (Holocausto). O evento acontece no dia 8 de junho, das 9h15 às 17h15, no Clube Hebraica, em Porto Alegre. A iniciativa é voltada para professores e atende proposta das Nações Unidas para a promoção de programas educacionais sobre as consequências do autoritarismo e desrespeito à democracia.  As inscrições podem ser feitas no site www.jornadasobreholocausto.com.br.

Estarão em debate no evento temas como a violação dos direitos humanos durante o Holocausto, o direito de resistir e de protestar, a inclusão das pessoas com deficiência e o relato de experiências de trabalhos em sala de aula sobre o Holocausto. Também serão exibidos trechos de filmes e dramatizações sobre o assunto. Ao final do encontro será lançado o Concurso de Redação 2013 para estudantes, com o tema: “O direito de ser diferente”.

A Jornada é uma realização da B’nai B’rith do Rio Grande do Sul, Secretaria de Estado da Educação (Seduc), Secretaria Municipal de Educação (Smed), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Instituto Cultural Judaico Marc Chagall, com apoio da Federação Israelita do Rio Grande do Sul e Associação Israelita Hebraica-RS.
Fonte:
www.jornadasobreholocausto.com.br
http://www.educacao.rs.gov.br/pse/html/educa.jsp